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Dublim, Ireland

Dublim

Um guia honesto a Dublim: as atrações que valem o seu tempo, as que pode saltar, onde ficar e como usar a cidade como base para excursões de um dia.

Dublin: the Dublin Pass with tickets to 40+ attractions

Duration: 1-5 days

A partir de $93
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Fatos rápidos

Aeroporto
Aeroporto de Dublim (DUB), 12 km a norte
Como deslocar-se
Centro percorrível a pé; DART, Luas, autocarros
Moeda
Euro (€)
Língua
Inglês (e irlandês)
Estadia ideal
2–3 noites, mais com excursões de um dia

Uma capital compacta que recompensa quem caminha

Dublim é pequena para uma capital, e essa é a sua grande vantagem. Pode atravessar o núcleo histórico a pé em menos de meia hora, dos paralelepípedos do Temple Bar até às portas georgianas do Merrion Square, e a maior parte do que veio ver fica dentro desse círculo percorrível. O Rio Liffey divide a cidade a norte e a sul, e os dublinenses dir-lhe-ão — a meias com brincadeira — de que lado confiam. Não precisa de tomar posição. Precisa de sapatos confortáveis e uma capa de chuva, porque o tempo muda de ideias várias vezes por dia.

O que faz Dublim valer duas ou três noites não é uma única atração de destaque. É a acumulação: o manuscrito iluminado de 1.200 anos na Biblioteca Antiga do Trinity College, uma imperial devidamente servida num pub numa rua secundária, os sombrios corredores da Prisão de Kilmainham onde os líderes da Revolta de 1916 estiveram detidos, e o apetite insaciável da cidade pela conversa. Dublim produziu quatro Prémios Nobel de literatura e ainda usa essa história em voz alta.

Este guia é honesto sobre onde passar o seu tempo e onde a cidade vende uma versão de si mesma aos visitantes. O Temple Bar à noite é o exemplo mais claro — divertido uma vez, sempre caro. Chegaremos a isso.

AeroportoAeroporto de Dublin (DUB), 12 km ao norte
Tempo necessário2–3 noites, mais com passeios de um dia
Como se deslocarNúcleo percorrível a pé; DART, Luas, ônibus
MoedaEuro (€)
Melhor épocaMaio, junho e setembro

Quanto tempo passar, e onde se encaixa

Dois dias completos cobrem as principais atrações sem pressa: o Trinity College e o Livro de Kells, o Castelo de Dublim, uma catedral, a Guinness Storehouse, e uma noite de música. Um terceiro dia traz uma manhã de museu e uma meia-tarde de fuga para a costa em Howth ou Dalkey. Qualquer coisa além de três noites é melhor passada a usar Dublim como base para excursões de um dia — as Falésias de Moher, Glendalough, o Vale do Boyne, ou Belfast e a Calçada dos Gigantes.

Se estiver a planear a estrutura de uma viagem, o nosso itinerário de 3 dias em Dublim e o guia quantos dias em Dublim detalham as trocas.

As atrações que valem o seu tempo

O Trinity College e a Biblioteca Antiga são a única atração interior imperdível. A exposição do Livro de Kells pode parecer breve, mas a Long Room acima — em abóbada de berço, forrada com 200.000 volumes antigos — é a fotografia pela qual toda a gente vem. Reserve um horário marcado com antecedência; a fila para quem chega sem reserva é real. Pode combiná-la com o Castelo de Dublim num bilhete combinado, e o tour com entrada rápida ao Livro de Kells e ao Castelo de Dublim faz exatamente isso com um guia.

A Guinness Storehouse é a atração mais visitada da Irlanda, e se “vale a pena” depende do que quer — avaliamos isso honestamente em vale a pena a Guinness Storehouse. A imperial no Gravity Bar com uma vista de 360 graus é a recompensa. Para história que fica consigo, a Prisão de Kilmainham são os 90 minutos mais poderosos na cidade; os bilhetes esgotam com dias de antecedência, por isso leia o nosso guia da Prisão de Kilmainham antes de ir.

Para se orientar à chegada, o autocarro hop-on hop-off é uma jogada defensável na primeira manhã numa cidade tão dispersa entre a Storehouse, as catedrais e o Phoenix Park. Quem prefere caminhar deve antes juntar-se a um tour de caminhada guiado — o passeio histórico cobre um milénio em duas horas.

Bairros, brevemente

O sul da cidade em torno da Grafton Street, do Trinity e da Dublim georgiana é onde a maioria dos visitantes de primeira vez fica e caminha. The Liberties, a oeste do centro, é o antigo bairro de cervejarias e destilarias — Guinness, Teeling, Roe & Co — e está a mudar rapidamente. O Temple Bar é o bairro cultural coberto de paralelepípedos à beira do rio; visite de dia para as galerias e o mercado alimentar, e leia o guia honesto do Temple Bar antes de planear uma noite lá. A norte do rio, a O’Connell Street e o lado norte albergam o GPO, o espieto e a história revolucionária da cidade.

Para onde se basear, o guia bairros onde ficar detalha as trocas entre preço, ruído e acessibilidade pedonal.

Pubs, música e a parte honesta

Uma sessão de música tradicional num pub real é a coisa mais dublinense que pode fazer, e é gratuita. O segredo está em saber onde os locais realmente bebem — os nossos guias dos melhores pubs de Dublim e pubs de música tradicional apontam-no para longe da sobrevalorização do Temple Bar e em direção a Stoneybatter, the Liberties e as vielas da Grafton Street. Se tiver apenas uma noite, um tour guiado de pub tradicional une vários bons pubs com as histórias que os acompanham.

Aqui está a parte honesta: os pubs de destaque do Temple Bar cobram bem acima de €10 por uma imperial e lucram com a sua fachada fotogénica. A Guinness é a mesma em todo o lado; o preço não é. Gaste o seu dinheiro duas ruas mais adiante. Mantemos uma lista corrente das verdadeiras armadilhas turísticas da cidade para as poder evitar.

Como deslocar-se e como sair

O núcleo de Dublim é percorrível a pé, mas um Leap Visitor Card cobre o DART costeiro, os elétricos Luas e os autocarros urbanos, e amortiza-se rapidamente. Do aeroporto, as opções públicas são os autocarros Dublin Bus (linhas 16, 19 e 41), o Dublin Express e o Aircoach — a análise completa está em Aeroporto de Dublim para a cidade. O DART é o seu aliado para escapadas costeiras de meio-dia a Howth, Dún Laoghaire e Bray sem alugar carro; veja excursões de um dia sem carro.

Quando visitar importa mais do que as pessoas esperam. Maio, junho e setembro dão-lhe dias longos e multidões mais reduzidas; leia a melhor altura para visitar Dublim e, porque isto é a Irlanda, o que levar para o tempo.

O que pular, com sinceridade

Nem tudo o que é fortemente promovido aos visitantes merece o tempo que consome. O tour de pubs de Temple Bar à noite aposta em fachadas fotogênicas em vez de boa cerveja ou atmosfera genuína — vá para o almoço ou uma tarde tomando uma cerveja em vez disso, e passe a noite duas ruas mais adiante. Os jantares-espetáculo de «experiência irlandesa» em lojas de souvenir perto da faixa turística principal são inconstantes; se você quer uma noite de verdade com música e dança, nosso guia de espetáculos de dança irlandesa e a lista de pubs de música tradicional apontam para opções melhores. O panorama completo do que entrega mais ou menos do que promete está em Dublin superestimado e subestimado.

O básico para economizar

O Dublin Pass agrupa entrada em cerca de 40 atrações e pode se pagar sozinho se você for visitar vários locais pagos em uma estadia curta, mas não vale automaticamente a pena para uma viagem mais tranquila — a comparação Dublin Pass versus ingressos individuais detalha quando faz sentido. Além do pass, Dublin tem uma oferta genuinamente boa de museus gratuitos — o guia de museus gratuitos de Dublin cobre o National Museum, a National Gallery e outros que não custam nada para entrar. Para uma ideia geral do que custa uma viagem realista, veja custo e orçamento de uma viagem a Dublin.

Passeios de um dia a partir da cidade

O outro grande trunfo de Dublin é como ela funciona bem como base. Em cerca de uma hora você pode chegar a Glendalough, nas Wicklow Mountains, Newgrange, no Boyne Valley, ou às cidades costeiras de Howth e Dún Laoghaire de DART, sem precisar de carro. Mais longe, os Cliffs of Moher, Galway e Belfast e o Giant’s Causeway são passeios de um dia viáveis se você estiver disposto a dedicar quase o dia todo ao deslocamento. O guia dos melhores passeios de um dia saindo de Dublin os classifica pela proporção de tempo gasto viajando versus efetivamente visitando, o que importa mais para o aproveitamento do que a distância isolada.

Camadas de história num espaço pequeno

Parte do encanto de Dublin está em quantas épocas convivem a poucas ruas de distância umas das outras. A cidade viking e medieval encontra-se sob e em redor do bairro da catedral, e a Dublin viking e medieval explica o que ainda se pode ver e onde encontrá-lo. a Christ Church Cathedral e a St Patrick’s Cathedral são os pilares dessa camada mais antiga, e escolher uma em vez de tentar visitar as duas na mesma manhã é perfeitamente razoável se o tempo for curto.

O século XX está igualmente presente. o guia da Revolta da Páscoa de 1916 liga o GPO, a prisão e as ruas entre ambos, e funciona bem como fio condutor de um dia que inclua também o lado norte. Se a história da Grande Fome e da emigração lhe interessa, o guia da Grande Fome em Dublin aponta para os memoriais ao longo do rio. A maioria destes locais fica suficientemente perto para que se possa construir um dia em torno de um tema em vez de um mapa, e o resultado costuma parecer menos apressado do que riscar atrações de uma lista, uma a uma.

Literatura, língua e conversa

A reputação de Dublin como cidade literária é merecida, e não é preciso ter lido muito para a apreciar. o guia da Dublin literária apresenta os escritores, as casas e os lugares onde bebiam, e os pubs literários de Dublin são a maneira fácil de combinar a história da leitura com uma noite fora. Mesmo que os livros não sejam o seu forte, o hábito de conversar, brincar e contar uma história é a verdadeira literatura da cidade, e vai encontrá-lo ao balcão tão facilmente como num museu.

Um dia construído em torno do bairro que escolheu

O sítio onde fica alojado molda a forma como sente Dublin. Se dormir perto da Grafton Street, a cidade vem ter consigo a pé, e as manhãs podem começar com um café e acabar com um passeio pelas ruas georgianas. Se preferir algo mais sossegado, o lado norte e a costa oferecem outro ritmo, com o DART a encarregar-se de o levar ao centro. o guia de onde ficar em Dublin compara as opções sem fingir que alguma delas serve a toda a gente, e uma primeira visita costuma correr melhor quando se escolhe a zona que permite ir a pé até àquilo que mais lhe interessa.

Uma forma simples de planear é ancorar cada dia numa grande atração e deixar tudo o resto encaixar à volta. Marque a visita com hora para a manhã, deixe a tarde livre para passear e guarde a noite para um pub com música em vez de uma reserva fixa. Dublin recompensa os desvios improvisados, e a disposição compacta faz com que um engano no caminho raramente custe mais do que alguns minutos. o guia para quem visita pela primeira vez transforma esta abordagem numa lista de verificação prática, se quiser algo para seguir.

Comer e beber para além da caneca

A cena gastronómica foi muito além do velho estereótipo. os melhores restaurantes de Dublin reúnem locais que vale a pena reservar, enquanto a comida tradicional irlandesa é o ponto de partida se quiser perceber o que são realmente os pratos clássicos e onde são bem feitos. Para um café, um pequeno-almoço sem pressa ou uma pausa à tarde, a cultura do café em Dublin vai poupá-lo ao primeiro café por que passar. Os fãs de destilados também têm muito por onde escolher: o roteiro do whiskey em Dublin liga as destilarias da cidade num percurso que pode fazer ao seu ritmo.

Se o tempo virar, o que vai acontecer, Dublin safa-se bem. Museus, cafés, visitas a destilarias e mercados cobertos aliviam a pressão de uma tarde de chuva, e o guia de um dia de chuva em Dublin reúne as melhores opções em espaços fechados, para que um aguaceiro seja uma mudança de planos e não um dia estragado. Viajar com crianças volta a mudar a forma da viagem, e Dublin com crianças aborda o que realmente funciona para as famílias, e não o que apenas fica bem num folheto.

Segurança, burlas e bom senso

Dublin é uma cidade fácil de visitar, e os hábitos normais de cidade bastam: vigie as malas em locais cheios, desconfie de quem o abordar com uma oferta invulgarmente boa e confirme o que lhe estão a cobrar antes de aceitar. o guia das burlas a evitar em Dublin enumera os truques específicos dirigidos aos visitantes, para que os reconheça cedo. Na maior parte das vezes, o único perigo real é o tempo, e um impermeável resolve isso.

Planear o resto da viagem

Depois de decidir quanto tempo vai ficar, os itinerários fazem o trabalho pesado. o itinerário de 1 dia em Dublin é uma opção realista para uma escala, enquanto o plano de 2 dias se adequa a um fim de semana prolongado. Se quiser acrescentar a costa ou o norte, o itinerário pela costa e o itinerário pela Irlanda do Norte mostram como alargar a viagem sem perder o fio à meada. Seja qual for o que escolher, trate o plano como um esqueleto: deixe espaço para o pub que não esperava adorar e para a rua por onde não pretendia passear.

Melhores experiências

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